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statua urbana - publicações relacionadas


Gazeta


Gazeta #StatuaUrbana_PatrimoniumCultura nº3



Gazeta #StatuaUrbana_PatrimoniumCultura nº2


Gazeta #StatuaUrbana_PatrimoniumCultura nº1


Textos temáticos

2020 - Soares, Ana Paula Gil Conceptualização e representação estatuária dos soldados peludos Os poilus da Primeira Guerra Mundial 1914-1918

2016 - Soares, Ana Paula Gil Breve apontamento sobre etnologia e etnografia comparada da estatuária urbana

2014 - Soares, Ana Paula Gil Representações do direito na estatuária urbana

2013 - Soares, Ana Paula Gil Património imaterial e estatuária urbana

2012 - Soares, Ana Paula Gil A estatuária e a escultura figurativa urbana:conceptualização de estatuária no espaço urbano


Teses

2009 - Vieira, João Filipe do Carmo, Dispositivos de identidade na estatuária urbana europeia - TD.


2009 - Soares, Ana Paula Gil, Representações linguísticas e semióticas na estatuária urbana europeia - TD.


2001- Vieira, João Filipe do Carmo, Pedro Anjos Teixeira e a Escultura no Exterior




projeto #StatuaUrbana_PatrimoniumCultura

Existiu um projeto #StatuaUrbana_PatrimoniumCultura que se foi dissolvendo na espuma dos dias, por entre os interessantes valores da cultura europeia, através da dialética característica dos relacionamentos interpessoais, até se transformar numa viagem a Ítaca, no sentido figurado no poema de Konstantinos Kaváfis, para o autor deste web site.
Efetuaram-se estudos e investigações em torno do objeto “estátua”, enquanto forma de arte, o seu potencial pedagógico e educativo, de semantização e de estetização do espaço local, a sua importância memorial na coesão dos povos, seu valor enquanto suporte de muito património cultural imaterial e até sobre as vantagens políticas de encontrar formas organizativas comuns, transnacionais para a gestão e divulgação do vasto número de espécimes distribuídas pelo território europeu.



Não se encontrou o eco desejado mas foram sempre aparecendo apoios aqui e ali, portos de passagem e descanso, para retomar de novo esta viagem para a Ítaca que muitos desejam, mas poucos se atrevem!
O objeto “estátua urbana” após o primeiro quartel do século XXI, que se acaba de dobrar, não pode ser concebido à luz do quadro de mentalidades desenhado no século XX, excitado com as mais recentes propostas artísticas e afastado da estatuária, desvalorizando-a e em alguns casos colando esta forma de arte aos regimes totalitários, sobretudo nos meios mais cosmopolitas ocidentais.
O século XXI começou com um interesse renovado pela estatuária urbana e pela obra de arte pública em geral, manifesto num conjunto de web sites, muitos deles autárquicos, dando conta das obras existentes nos seus territórios, em vários países europeus.
Neste contexto desenvolvi os meus trabalhos académicos anteriores ao processo de Bolonha, a tese de mestrado sobre o escultor “Pedro Anjos Teixeira e a escultura no exterior” e a tese de doutoramento “Dispositivos de identidade na estatuária urbana europeia” em concertação com Ana Paula Gil Soares que desenvolveu também a sua tese de doutoramento em torno da “Estatuária urbana europeia” numa perspetiva semiolinguística. O trabalho continuou conjunto, e apoiei todo o seu pós-doc com consultoria (sou licenciado em escultura) e tratamento gráfico dos trabalhos. Lançámos posteriormente uma revista com o nome “gazeta #StatuaUrbana_PatrimoniumCultura”, na qual participei como autor e com a composição gráfica. Foi nessa época a seguir ao pós-doc da Doutora Ana Paula Gil Soares que conceptualizámos a expressão/hashtag #StatuaUrbana_PatrimoniumCultura, com o projeto de valorização da estatuária urbana enquanto património cultural, no contexto de acolhimento científico na cátedra UNESCO da Universidade de Évora, por cortesia do Professor Filipe Themudo Barata. Foi produzido muito material e houve colaboração de outros autores, sobretudo na revista e numa conferência que organizáramos em Évora.



Nem toda a produção foi publicada, tendo ficado na gaveta os textos que eram para dirigir à secção da UNESCO em Portugal, propondo a classificação e divulgação numa perspetiva internacional da grande quantidade de obras no território europeu que bem o mereciam. Com a aposentação do Professor Filipe Themudo Barata e a mudança na direção da Universidade de Évora, a situação tornou-se insustentável e mudámos para o CIEBA na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, que muito amavelmente nos acolheu e onde continuámos este projeto, com a colaboração da Professora Maria Clotilde de Almeida que já tinha organizado alguns eventos subscritos a esta rubrica de “estatuária urbana” e participado na revista. Iniciou-se outra etapa deste processo que se transformou na viagem, acompanhados pelo Historiador de Arte Professor Eduardo Duarte que muito amavelmente nos acolheu, já éramos um grupo de quatro. Organizámos na FBAUL uma palestra sobre a Estátua da Liberdade pelo eminente linguista, Professor Zoltán Kövecses. Esta etapa continuou, com alguma dispersão, pois os temas associados e as possibilidades eram tantas que se tornou difícil encontrar um fio condutor. Foi quando me apercebi que já havia algum tempo que estava a viajar em direção a Ítaca! E isso tornou-se um fio condutor.



Acerca deste sítio no ciberespaço

Este web site é a continuação do II volume em DVD da tese de doutoramento Dispositivos de identidade na estatuária urbana europeia, efetuada na FBAUL, com orientação da Professora Doutora Cristina de Azevedo Tavares, defendida em 2010, já lá vão 15 anos! O tempo voa…
A atual versão do presente web site https://statuaurbana.net/ é radicalmente diferente do ponto de vista da tecnologia. A versão da tese de doutoramento havia sido efetuada no Microsoft Windows tendo como base ferramentas para o Microsoft Access que geravam formulários de consulta com pouca escrita de código. Fácil, mas limitado, uma vez que só podia ser consultado com o Internet Explorer e existe muita gente a utilizar outros browsers. Outro dos inconvenientes da Microsoft era o preço do software e a sua vulnerabilidade a ataques e vírus informáticos.
Logo após a defesa da tese, mudei de sistema operativo e passei a utilizar uma distro de GNU_Linux. Como resultado todo o atual Web site é desenvolvido no Linux e com ferramentas de Linux. O editor de código que mais utilizo é o Bluefish (versão atual 2.2.19) que é muito bom. Ocasionalmente utilizo um WYSIWYG que é o Bluegriffon. Utilizo o servidor Apache no conjunto de ferramentas XAMP ou LAMP, que traz o MySQL, o PHPmyAdmin e mais alguns tools, para obter localmente uma web (localhost). Daqui resulta que o Web design e a programação web são da minha autoria.
Realça-se a participação da Doutora Ana Paula Gil Soares em todas as expedições de levantamento de espécimes, com anotações no local sobre cada obra e no desenvolvimento de instrumentos conceptuais de interpretação do significado, nos seus trabalhos académicos.
Salvo poucas exceções (referências históricas e outras, nos artigos temáticos), as fotografias das obras de estatuária são da minha autoria. Todas as fotos e notas de campo foram tiradas diretamente no local das esculturas. Significa que observei as obras e os respetivos contextos culturais e linguísticos onde as mesmas ocorrem. Significa também a utilização de uma metodologia e aplicações informáticas para a gestão e tratamento dos materiais scripto-fotográficos. Tudo ferramentas de GNU-Linux! Por exemplo, um programa muito bom para a gestão das coleções de fotografias que utilizo é o Shotwell, que faz uma excelente leitura dos metadados, (hora, local, etc.) e organiza cronologicamente o material numa visualidade muito eficaz, programa capaz de trabalhar com coleções de mais de 20000 fotos distribuídas por distintos lugares no computador.
Para tratar as imagens: recortar, redimensionar, afinar brilho, contraste e gama, utilizava muito o gThumb, por ser mais rápido e funcional. Descobri mais tarde que rapidez não é tudo e que as imagens tratadas com o GIMP ficam com melhor qualidade visual. Passei a utilizar mais o GIMP. Salvo indicação em contrário, os textos também são da minha autoria.
Tomei o gosto pela obra de estatuária no último ano da licenciatura em escultura na então ESBAL e desde esse tempo que me comecei a sentir numa contra-corrente, uma espécie de “Off-off-Broadway” ao contrário.
Durante estes quinze anos vários autores já produziram materiais enquadrados nesta temática como se poderá notar na leitura do web site e nos materiais aí referenciados.
Sobre o desenvolvimento tecnico:
Script de paginação PHP - agradecimentos ao phppot, https://phppot.com
Documentação sobre HTML, CSS, PHP, MySQL e JavaScript - agradecimentos ao w3schools, https://www.w3schools.com
João Filipe Vieira
https://www.cienciavitae.pt//AE16-04E4-0FFE


infographics

Some infographics created to better conceptualize the theme, included in various works.

The image above shows the geographical placement of different types of "poilus" in French territory, along the marked route. Conceptualização e representação estatuária dos soldados peludos in the work: "Os poilus da Primeira Guerra Mundial 1914-1918"

In this case, it is a comparison between excerpts of attributes, inscriptions and toponymy. In the same previous work.

In this case, we are dealing with the social and religious types present in judicial statuary in Portugal, in the work "Representações do direito na estatuária urbana".

In this case, also coming from Portuguese judicial statutes, the attributes of virtues can be observed.